Trago o bolso cheio dos sonhos
que não
ficaram pelo caminho,
do sol velado na outra
margem
do mar atrás das coisas eternas,
e do vento da tarde
sacudindo
as árvores, e das noites de luar,
e das palavras de mãos dadas
com a poesia reinventando
o leite derramado na sintaxe
cifrada das mensagens nas
garrafas, perdidas nos mares
de outrora, e na invenção
de mapas e enredos para ilhas
que recomponho lentamente.
(José Carlos Sant Anna)
Que lindo, meu amigo! E de fundo, Prelude 3... fechou com chave de ouro. Beijo, uma ótima semana, José Carlos.
ResponderExcluir"Trago o bolso cheio dos sonhos
que não ficaram pelo caminho,
do sol velado na outra margem
do mar atrás das coisas eternas,"
Olá José Carlos.
ResponderExcluirGostei de teu poema, "No bolso", um belo poema. Parabéns.
Um abraço.
Pedro.
José Carlos.
ResponderExcluirTão a meu gosto!... todo o Poeta traz sonhos nos bolsos
gostei tanto!
bom domingo!
beijos
:)
Olá José Carlos!
ResponderExcluirO bom dos sonhos é poder concretizá-los e não deixá-los na gaveta ou no bolso. É bom quando o sonho se torna realidade porque dá ainda mais vontade de sonhar.
Beijos
Sempre um sonho nos arrasta. Sempre a mesma fé já gasta de tanto sonhar e sempre pronta a teimar num sonho novo...
ResponderExcluirUm poema muito inspirador, amigo.
Uma boa semana.
Beijos.