Foto arquivo pessoal
Se
os teus lábios úmidos
aceitassem
o meu outono
que
me açula e se ergue
entre
musgos e lamparinas
eu
dançaria um tango
com
o teu corpo desejado
aberto
qual rosa fascinada
em
límpida harmonia
sem
ninguém para nos dizer
como
o sol se amainaria
haurindo
o chão da vida
com
volúpia e alegria!
(José Carlos Sant Anna)

Haja volupia porque a vontade é sempre muita! rsrs
ResponderExcluirGosto tanto do outono! (o daqui é frio)
Tem coisa melhor para aquecer do que beijar muito?
Beijos
O emprego do 'se' e do sujeito oculto abre possibilidades aos seus leitores fazendo-os imaginar num cenário perfeito onde o sol de outono já já vai indo numa dança de estrelas ou até da imemorial lamparina... rs
ResponderExcluirExcelente JC amo isso!
Muito bonito!!
ResponderExcluirNão é ofício do poeta apontar caminhos, mas despertar ânsias!
Meu amigo José Carlos, gosto muito do seus comentários, só tenho a agradecer o incentivo e o carinho de sempre!
Um ótimo fim de semana!
E não falei da bela foto que 'casou' com o teu lindo poema. Gosto de casarões de pedra antigos que guardam mistérios, que trazem muitas histórias e sonhos. Poderia ser um pouquinho maior!! Tão bonito...
ResponderExcluirbeijo, amigo.
Um poema cheio de uma delicada sensualidade. Muito belo, meu Amigo.
ResponderExcluirAgradeço a generosidade e o carinho das suas palavras.
Um beijo.
Caro José Carlos ao ler este seu ótimo poema tive a sensação que que ele foi escrito com muita facilidade, pelo fato de que está tudo ajustado, límpido. Mas logo me dei conta de que o poema deve ser trabalhado até que saia como se fosse escrito num jato, em segundos. Mas sabemos, não é assim, reescrevemos os poemas um par de vezes, até que fique no ponto. Gostei do seu poema. Parabéns.
ResponderExcluirGrande abraço.
a sensualidade do poema, a lembrar o tango.
ResponderExcluirmuito bom.
beijinhos
:)